Tuesday, December 30, 2008

Vestidos pavoneados...




**A quem interessar possa: Tenho os gráficos dos vestidos

Eles são mesmo cegos...




Tava num clima meio ruim com meu marido e resolvi fazer uma surpresa...
Comprei 250 velas de tamanhos diferentes, 10 dúzias de rosas vermelhas, espumante, queijos e frutas e decorei toda a casa.
Nosso quarto fica no segundo andar e eu fiz um caminho de velas desde a porta de entrada até o quarto...
As escadas iluminadas, tudo lindo!!!Chamei um casal de amigos para acender as 250 velas antes de chegarmos a casa.
A cama estava coberta com pétalas de flores... Arranjos maravilhosos de antúrios (flores que usamos no nosso casamento),além do espumante no gelo e as frutas, queijos e frios completavam o clima do quarto.
Guardamos o carro na garagem e pedi pro meu marido ir à frente que eu já estava saindo do carro.
Enquanto ele abria a porta eu tratei de tirar o vestido.Fiquei só de lingerie e cinta-liga. Imagina a cena...
Quando meu marido abriu a porta eu desci do carro. Semi-nua, claro!
Quando olhei a cara do meu marido percebi que ele estava BRANCO.
Virou pra mim, sem perceber 'meu modelito', e gritou:
- A casa tá pegando fogo!
Eu, calmamente, disse para ele olhar novamente.
Fiz até uma cara 'sexy' para dizer isso...
Ele abriu a porta mais uma vez e gritou, mais branco ainda:
-PUTA QUE PARIU! Não é incêndio! É MACUMBA!!!

Sunday, December 14, 2008

Carta da Barbie para o Papai Noel (em francês)


Père Noël
Atelier de fabrication des jouets
Pôle Nord

Cher Père Noël,
Écoute-moi bien, espèce de gros lutin barbu, cela fait des années que je t'aide, jouant à être le cadeau parfait, portant des vêtements de plages même en plein hiver, et j'en passe. Je déteste avoir à faire tout cela, uniquement pour que tu sois aimé, alors aujourd'hui, il est temps que tu me rendes service toi aussi.

Alors, pour Noël 2008 je veux :
1- Un pantalon confortable ainsi qu'un vieux gilet trop grand. Je en ai marre de ressembler à une poufiasse avec des vêtements trop serrés.
2- De vrais sous-vêtements pouvant être mis et enlevés. Blanc, de préférence.
3- Un VRAI homme.... peut-être GI Joe. Que veux-tu que je fasse avec ce débile de Ken? Enfin, peu importe qui tu apporteras, au moins, fabrique-le anatomiquement correct et normal.
4- Des bras que je peux bouger de toutes les articulations... surtout si je reçois un homme anatomiquement normal.
5- Une opération afin de me faire réduire le volume des seins.
6- Un soutien-gorge de sport que je pourrai porter jusqu'à l'opération.
7- Une nouvelle carrière. Il est ennuyeux d'être vétérinaire ou institutrice. Que dirais-tu de programmeur-analyste ou assistante à la production? Ou mieux encore, directrice administratif.
8- De nouvelles personnalités actualisées aux années 2000. Pourquoi pas la "Barbie Spam", complété par une énorme pot de crème glacée aux cookies et d'un paquet de chips ? Ou encore la "Barbie qui arrête de fumer" portant un badge de nicotine et ayant plusieurs paquets de chewin-gum.
Ok, père Noël, ça va être tout pour cette année.
Considérant ma contribution à la société, je ne crois pas exagérer en te demandant cela.
Si tu n'es pas d'accord avec moi, tu n'as qu'à te trouver une nouvelle poupée stupide pour l'an prochain !
Sincèrement,

Barbie
Maison de rêve,
Malibu, Californie

Friday, November 21, 2008

A CRISE





UM HOMEM VIVIA À BEIRA DE UMA ESTRADA E VENDIA CACHORRO QUENTE. ELE NÃO TINHA RÁDIO, TELEVISÃO E NEM LIA JORNAIS, MAS PRODUZIA E VENDIA BONS cACHORROS QUENTES.
ELE SE PREOCUPAVA COM A DIVULGAÇÃO DO SEU NEGÓCIO E COLOCAVA CARTAZES PELA ESTRADA,
OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA E O POVO COMPRAVA. AS VENDAS FORAM AUMENTANDO E, CADA VEZ MAIS ELE COMPRAVA O MELHOR PÃO E A MELHOR SALSICHA. FOI NECESSÁRIO TAMBÉM ADQUIRIR UM FOGÃO MAIOR PARA ATENDER UMA GRANDE QUANTIDADE DE FREGUESES. E O NEGÓCIO PROSPERAVA... SEU CACHORRO QUENTE ERA O MELHOR DE TODA REGIÃO! VENCEDOR, ELE CONSEGUIU PAGAR UMA BOA ESCOLA AO FILHO. O MENINO CRESCEU, E FOI ESTUDAR ECONOMIA NUMA DAS MELHORES FACULDADES DO PAÍS. FINALMENTE, O FILHO JÁ FORMADO, VOLTOU PARA CASA, NOTOU QUE O PAI CONTINUAVA COM A VIDINHA DE SEMPRE E TEVE UMA SÉRIA CONVERSA COM ELE:
-PAI,ENTÃO VOCÊ NÃO OUVE RADIO? VOCÊ NÃO VÊ TELEVISÃO E NÃO LÊ OS JORNAIS? HÁ UMA GRANDE CRISE NO MUNDO. A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É CRÍTICA.
ESTÁ TUDO RUIM. O BRASIL VAI QUEBRAR.
DEPOIS DE OUVIR AS CONSIDERAÇÕES DO FILHO DOUTOR, O PAI PENSOU:
BEM,SE MEU FILHO QUE ESTUDOU ECONOMIA, LÊ JORNAIS, VÊ TELEVISÃO, ACHA ISTO ENTÃO SÓ PODE ESTAR COM A RAZÃO. COM MEDO DA CRISE, O PAI PROCUROU UM FORNECEDOR DE PÃO MAIS BARATO (E É CLARO, PIOR).
COMEÇOU A COMPRAR SALSICHAS MAIS BARATA (QUE ERA,TAMBÉM, A PIOR).
PARA ECONOMIZAR, PAROU DE FAZER CARTAZES DE PROPAGANDA NA ESTRADA.
ABATIDO PELA NOTICIA DA CRISE JÁ NÃO OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA.
TOMADAS ESSAS "PROVIDÊNCIAS", AS VENDAS COMEÇARAM A CAIR E FORAM CAINDO, CAINDO E CHEGARAM A NÍVEIS INSUPORTÁVEIS E O NEGÓCIO DE CACHORRO QUENTE DO VELHO, QUE ANTES GERAVA RECURSOS ATÉ PARA FAZER O FILHO ESTUDAR ECONOMIA NA MELHOR ESCOLA... QUEBROU.
O PAI, TRISTE, ENTÃO FALOU PARA O FILHO:
-VOCÊ ESTAVA CERTO, MEU FILHO, NÓS ESTAMOS NO MEIO DE UMA GRANDE CRISE.
E COMENTOU COM OS AMIGOS, ORGULHOSO:
-BENDITA A HORA EM QUE EU FIZ MEU FILHO ESTUDAR ECONOMIA, ELE ME AVISOU DA CRISE...

APRENDEMOS UMA GRANDE LIÇÃO: VIVEMOS EM UM MUNDO CONTAMINADO DE MÁS NOTICIAS E SE NÃO TOMARMOS O DEVIDO CUIDADO, ESSAS MÁS NOTICIAS NOS INFLUENCIARÃO A PONTO DE ROUBAR A PROSPERIDADE DE NOSSAS VIDAS.


(Texto recebido por email de uma amiga)

Saturday, June 28, 2008

Alusivas


Alusivas
Upload feito originalmente por Fonseca
Tempo de balões, festas, bailes... é São João!

Wednesday, June 25, 2008

Thursday, June 19, 2008

Vantagens adquiridas depois dos 50 anos



1. Os seqüestradores não se interessam mais por você.

2. De um grupo de reféns, provavelmente será um dos primeiros a ser libertado.

3. As pessoas lhe telefonam às nove da manhã e perguntam: 'te acordei?'

4. Ninguém mais o considera hipocondríaco.

5. As coisas que você comprar agora não chegarão a ficar velhas.

6. Você pode, numa boa, jantar às seis da tarde.

7. Você pode viver sem sexo, mas não sem os óculos.

8. Você curte ouvir histórias das cirurgias dos outros.

9. Você discute apaixonadamente sobre planos de aposentadoria.

10. Você dá uma festa e os vizinhos nem percebem.

11. Você deixa de pensar nos limites de velocidade como um
desafio.

12. Você pára de tentar manter a barriga encolhida, não importa quem
entre na sala.

13. Você cantarola junto com a música do elevador.

14. A sua visão não vai piorar muito mais.

15. O seu investimento em planos de saúde finalmente começa a valer a pena.

16. As suas articulações passam a ser mais confiáveis do que o
serviço de meteorologia.

17. Seus segredos passam a estar bem guardados com seus amigos,
porque eles os esquecem.

18. 'Uma noite e tanto', significa que você não teve que se levantar
para fazer xixi.

19. Sua mulher diz 'vamos subir e fazer amor', e você responde:
'escolha uma coisa ou outra, não vou conseguir fazer as duas!'.

20. As rugas somem do seu rosto quando você está sem sutiã.

21. Você não quer nem saber onde sua mulher vai, contanto que não
tenha que ir junto.

22. Você é avisado para ir devagar pelo médico e não pelo policial.

23. 'Funcionou ', significa que você hoje não precisa ingerir fibras.

24. 'Que sorte!', significa que você encontrou seu carro no
estacionamento.

25. Você não consegue se lembrar quem foi que lhe mandou esta lista.

(Autor desconhecido - pelo menos por mim)

Friday, May 30, 2008

Quem ganhou a bolsa?

Lecy Eberhardt - esta moça bonita - de Caxias do Sul, RS, acreditou na oferta da bolsa e... ganhou!!!



Friday, May 16, 2008

BALADA PARA OUTRAS ISABELAS




by Lisieux

Olá! Eu vim lhe contar
um pouco da minha história...
Peço atenção, seu "dotô",
um instante, não demora...

Meu nome não é Isabela
nem "caí" de uma janela
do quarto no sexto andar...
(será que pensaram, os insanos,
que ela sabia voar?)

Não moro num prédio equipado,
não tenho motos, brinquedos,
nem piscina pra nadar...
Eu brinco, às vezes,
nas poças de chuva,
com gatos, latinhas,
bolinhas de gude...
isso quando não tenho
que a mãe ajudar...

Não sei dançar, e não brinco
como menina educada,
porque aprendi, desde cedo,
lá no morro onde nasci,
que não importa o sexo da criança:
menino ou menina, a experiência,
é viver o teatro
da sobrevivência...

Não me chamo Isabela...
nem fui morta (ainda)
por meu pai ou madastra...
mas morro um pouco,
a cada dia,
quando sou espancada.

E morro também,
assim, engasgada,
obrigada a me calar
quando tenho mãos sobre mim...
nem sempre a me sufocar,
mas explorando,
de um jeito esquisito,
que nem entendo direito,
o meu corpo sem contornos...

Meu nome, não é Isabela...
Não tenho cabelos lisos,
nem tenho olhinhos espertos...
Ao contrário: meus olhos são opacos,
talvez, por não querer enxergar
minha dura realidade...

Também não faço teatros,
lá no palco da escolinha
... isso não é para mim...
Quando vou à escola,
é somente pra comer
a merenda que me dão...
pois muitas vezes, em casa,
não temos sequer o pão...

O máximo que sei é correr:
morro abaixo, morro acima,
entre os carros dos sinais...
para ganhar um trocado,
ou para fugir dos adultos,
que insistem em me machucar...

Eu não me chamo Isabela...
mas, como ela,
(ou até mais!)
eu sofro... e diariamente...

Tenho marcas de pancadas,
queimaduras de cigarros,
tenho ossos fraturados,
boca sangrando, hematomas,
que mãos e pés gigantescos
me provocam sem motivo...

Não morri, como Isabela...
Ainda não... mas irmãos,
amiguinhos, conhecidos,
eu sempre vejo morrer...

Quem matou? Nunca se sabe...
"ele caiu", "tropeçou"
"queimou-se por acidente"
"estrupada?", "coitadinha"...
"não fui eu", diz o padrasto,
"nem eu", diz a mãe omissa...
e eles não têm nem quem reze
para eles, uma missa...

Eu não me chamo Isabela...
sou Maria, Rita, João...
Sou Josefina, sou Mirtes,
sou Paulo, Sebastião...
Sou tantas, tantas crianças,
que todo dia a omissão
de todos deixa morrer...

Engraçado é que ninguém,
faz passeata por mim
a imprensa não divulga,
o "figurão" não se importa,
a classe média não grita,
os ricaços dão de ombros...

Que hipocrisia é essa,
de chorar por uma só?
São tantas as Isabelas
violentadas sem dó...

Mas que importam
os escombros,
a escória da sociedade?

Se não me chamo Isabela,
não mereço piedade.

Sunday, April 20, 2008

Adolescente Cinquentão




Vamos viver cem anos; porisso, é preciso reinventar o mundo. Um presente de grego; é assim que muitos recebem a notícia dos avanços técnico-científicos do prolongamento da vida. Ganhamos mais 30 ou 40 anos de vida participativa, inventamos o adolescente cinqüentão.
Estamos frente a uma quebra de equilíbrio importante. Até bem pouco tempo, tudo estava acertado para se morrer por volta dos 70 anos.
Aos 15 se decidia a profissão, aos 20, o casamento, aos 30, os filhos, finalmente, aos 60, a aposentadoria e os netos, com direito a cadeira na calçada, ao jogo de xadrez, de damas ou de tamboréu.
O tempo do fim da saúde se articulava com o fim do trabalho, que por sua vez se harmonizava com o tempo da herança e da substituição das gerações.
Agora, um desequilíbrio. O corpo está ótimo, mas a cabeça nem sempre; até já podemos produzir o atleta com Alzheimer.
O mercado de trabalho precisa aposentar os mais competentes - que viram consultores -, empurrados pela fila de jovens genéricos que batem à porta. O avô - nem mesmo o pai - rouba a namorada do amigo do neto, enquanto o neto embarca nos prazeres da amiga da avó. A lista de exemplos prossegue, é longa e sensível a todos. Frente ao fato inexorável: vamos viver cem anos, urge reinventar o mundo, pois a solução de pôr o velho no asilo acabou. A perspectiva de uma vida centenária nos revela uma paisagem desconhecida onde temos de descobrir como nos orientar em novos caminhos.
Uma crise de insegurança, em tudo semelhante à descrita na juventude, acomete as pessoas da faixa dos 50. Hoje, quando esperavam ter chegado ao ápice daquela carreira projetada na mocidade, descobrem que o que conquistaram não tem mais o mesmo valor de mercado que tinha há 30 anos. O que sabem é passageiro, o que fazem pode ser obsoleto, o que acumularam não é suficiente, e ainda têm muito tempo pela
frente. O que dizer da incompetência dos sistemas de aposentadoria em enfrentar essa longevidade?
Resultado: chorar ou se reinventar.
O mesmo mundo mix descoberto pelos moços, no qual ascoisas não são estanques, mas se interpenetram em associações inventivas e originais, vale também para os mais velhos. Dificilmente, no mundo de hoje, uma pessoa terá uma só profissão.
Não há que se temer a quebra da identidade dita profissional, nem mesmo a social, por misturar competências diversas. A pessoa do século 21 deve ser alguém pronto a todas as circunstâncias, daí, necessariamente, flexível.
Mas para sê-Io, o eixo da sua identidade não pode estar alienado a nenhuma situação, pois as situações são exatamente aquilo que muda depressa.
A âncora, se assim pudermos chamar algo tão insólito, deixa de ser o que se tem, ou o que se conquistou, para ser o que sequer, o que se deseja.
Fica a pergunta fundamental para esse velho moço: "Você quer o que deseja?"

JORGE FORBES É PSICANALISTA E PSIOUIATRA. PRESIDE O INSTITUTO DA PSICANÁLISE lACANIANA E DIRIGE O PROJETO ANÁLISE.

Wednesday, March 26, 2008

Solidariedade Masculina





Uma mulher está na cama com o amante quando ouve o marido chegar. Vai logo recomendando ao amante:
- Depressa, fique em pé ali no canto.
Rapidamente, ela cobre o corpo do amante com óleo e sapeca talco por cima, acrescentando:
- Não se mexa até eu mandar. Finja que é uma estátua. Eu vi uma igualzinha na casa dos Almeida!
Nisso, o marido entra e pergunta:
- O que é isto?
Ela, fingindo naturalidade:
- Isso? Ah, é só uma estátua. Os Almeida botaram uma no quarto deles.
Gostei tanto que comprei esta igual para nós!
E não se falou mais da estátua. Às duas da madrugada, a mulher já está dormindo e o marido ainda vendo televisão. De repente, o marido se levanta caminha até a cozinha, prepara um sanduíche, pega uma latinha de cerveja e vai para o quarto. Ali, se dirige para a estátua e diz:
- Toma! Come e bebe alguma coisa, seu filho da puta! Eu fiquei dois dias, que nem um idiota, no quarto dos Almeida e nem um copo de água me ofereceram.

Isto se chama "Solidariedade Masculina"!

Friday, March 07, 2008

OUVIDO MASCULINO




Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais... Mas não tem problema. Porque o ouvido masculino (seletivo) escuta somente o que interessa...
Preste atenção:
O que a mulher diz:
- Esse lugar está uma bagunça, amor ! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.
O que o homem escuta:
- Blah, blah, blah, blah, AMOR, Blah, blah, blah, blah, VOCÊ E EU, Blah, blah, blah, blah, NO CHÃO, Blah, blah, blah, blah, SEM ROUPAS, Blah, blah, blah, blah, AGORA MESMO.
Percebe a diferença?

by Carlos Drummond de Andrade

Friday, February 22, 2008

Coisas de Alexandre, o Grande







OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE O GRANDE

À beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos melhores médicos da época;
2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e
3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
Alexandre explicou:
1 - Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte.
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Friday, February 15, 2008

PRESENTE















ESTOU DANDO ESTA BOLSA DE PRESENTE PARA QUEM QUISER... basta entrar em contato comigo. A bolsa nunca foi usada, é feita por mim, é um trabalho em plastic canvas e é bem bonita.

NA PRAIA




Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose.
Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.
Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis.

Mas o principal ponto do verão é.... a praia! Ah, como é bela a praia.
Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.
Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.
Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.
O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando.

Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola,
balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias.

Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia. E as crianças? Ah, que gracinhas! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.
As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo.

Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar o poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé...

Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.

Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa.
A gente abre a esteira velha, com o cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.
Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor!!!!!

Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora.
Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde creme de barbear até desinfetante de privada.
As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa da praia oferece.
Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.

O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família.
Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical..."

Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência.

by Luís Fernando Veríssimo

Monday, February 11, 2008

Você sabe para que serve um amigo?





Pra tanta coisa... não é?
Para Instalar o XP no computador e não cobrar nada,
mesmo perdendo horas e horas a fio!

Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!

Para emprestar o carro e recebê-lo de volta
com multa e 21 pontos na carteira.

Pra rachar a gasolina, emprestar a prancha,
recomendar um cd, dar carona para festa,
passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.

Todas as alternativas estão corretas,
porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

A amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória
e para a integridade do próprio eu.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças,
crises e choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo,
empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um cd.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola...
Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo,
sai do fracasso ao teu lado.

Um amigo não segura a barra, apenas.
Segura a mão, a ausência, segura uma confissão,
segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim talvez ninguém tenha.
Se tiver um, amém!

(Texto que recebi por email de uma amiga...)

Friday, January 11, 2008

Historinha com moral...



Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.

Moral da História: Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Portanto, nunca julgue.
Apenas tente compreender.